segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Traga esse livro para eu ler.
Me dê essa caneta para eu escrever.

se não tiver o verbo tem que ser para mim
os mesmos exemplos ficaria assim:

Traga esse livro para mim.
Me dê essa caneta para mim.

as formas  pronominais eu e tu somente antes de infinitivo 
mim e ti somente quando não seguir infinitivo
INFINITIVO:

infinitivo é a parte "natural" do verbo. Ele é dividido em dois, em infinitivo pessoal e infinitivo impessoal. O infinitivo pessoal, como o próprio nome diz, remete a uma pessoa, enquanto o impessoal, não remete a ninguém.

[editar]Infinitivo impessoal

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O wikilivro Introdução à língua portuguesa possui uma versão simplificada deste assunto: Infinitivo impessoal
O infinitivo impessoal é aquele com as desinências -ar-er-ir e -or. Ele ocorre:
  • Quando a ação do verbo é remetida ao pronome todos mas ele não está explicito:
É bom sempre ir ao médico. → É bom sempre todos irmos ao médico
Proíbido andar de bicicleta. → Proíbido a todos andarem de bicicleta.
Não deveriamos fazer esse tipo de coisa!
Ricardo precisou se arrumar para o casamento.
Ele estava a fazer o almoço.
Nós estaremos a caminhar amanhã.
  • Com verbos volitivos (que exprimem desejo):
Ele queria ter ido ao cinema com você.
amanhecer é belo.
falar dela era lento.

[editar]Infinitivo pessoal

A conjugação do infinitivo pessoal é a seguinte (nos verbos regulares, idêntica a conjugação do futuro do subjuntivo):
SingularPlural
1ª pessoainfinitivo impessoalinfinitivo impessoal + mos
2ª pessoainfinitivo impessoal + esinfinitivo impessoal + des
3ª pessoainfinitivo impessoalinfinitivo impessoal + em
Exemplo:
  • Estar, Estares, Estar, Estarmos, Estardes, Estarem
  • Levar, Levares, Levar, Levarmos, Levardes, Levarem
  • Ser, Seres, Ser, Sermos, Serdes, Serem
  • Ver, Veres, Ver, Vermos, Verdes, Verem

Ele aparece nas orações reduzidas (do infinitivo):
É bom tu sempre ires ao médico. (É bom que tu sempre vai ao médico.)
Faz bem mantermos sempre bem o nosso corpo. (Faz bem que mantemos sempre bem o nosso corpo.)
Nós casamos por amarmos um ao outro. (Nós casamos por que amamos um ao outro.)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Em seu primeiro jogo de sempre, Big Show derrotou Hulk Hogan para o Campeonato WCW no Halloween Havoc 1995.
WrestleMania VI estabeleceu um recorde de público Toronto SkyDome com 67.678 torcedores. Esse recorde foi quebrado 12 anos mais tarde na WrestleMania X8 com 68.237 torcedores presentes.
Demolição ganhou o World Tag Team Championships na WrestleMania IV. Seu reinado durou título 478 dias, um recorde que ainda se mantém mais de duas décadas depois.

terça-feira, 6 de novembro de 2012


Modo subjuntivo (português brasileiro) ou conjuntivo (português europeu) é o modo verbal que não expressa certeza, e sim uma dúvida ou desejo[1].
Exemplos:
  • Se eu for à festa, eu dançarei.
  • Talvez eu fale.
  • Eu quero que você se exploda.

[editar]Presente do subjuntivo

Existem duas condições obrigatórias para que o modo subjuntivo seja aplicado:
  • Duas orações, sendo uma principal e a outra dependente—ou subordinada: o subjuntivo só é usado na dependente.
  • Verbo principal em um desses modos: presente simples ou composto (tenho pensado) e futuro (pensarei/vou pensar)
Verbos irregulares no modo subjuntivo:
  • Ser
  • Estar
  • Haver
  • Saber
  • Querer
  • Dar
  • Ir
  • Odiar

Conjugação dos verbos irregulares - Presente do subjuntivo
PessoaSerEstarHaverSaberQuererDarIrOdiar
Que eusejaestejahajasaibaqueiraodeie
Que tusejasestejashajassaibasqueirasdêsvásodeies
Que elesejaestejahajasaibaqueiraodeie
Que nóssejamosestejamoshajamossaibamosqueiramosdemosvamosodiemos
Que vóssejaisestejaishajamsaibaisqueiraisdeisvaisodieis
Que elessejamestejamhajamsaibamqueiramdeemvãoodeiem

[editar]Conectivos

  • Caso
  • Embora
  • Tomara
  • A fim de que
  • Para que
  • Antes que
  • Contanto que
  • Sem que
  • Ainda que
  • Mesmo que
  • Inté que
  • Desde que
  • Creio que
No modo subjuntivo, assim como no indicativo, é possível usar os três tempos verbais básicos—presente, passado (ou pretérito) e futuro.
  • Presente: indica uma possibilidade, um fato incerto no presente: Que...
  • Pretérito imperfeito: indica a possibilidade de um fato ter acontecido ou não: Se...
  • Futuro: indica a possibilidade de um fato acontecer:

presente: vou, vais, vai, vamos, ides, vão.
pretérito perfeito: fui, fostes, foi, fomos, fostes, foram.
pretérito imperfeito: ia, ias, ia, íamos, íeis, iam.
pretérito mais que perfeito: fora, foras, fora, fôramos, fôreis, foram.
futuro do presente: irei, irás, irá, iremos, ireis, irão.
futuro do pretérito: iria, irias, iria, iríamos, iríeis, iriam.

Subjuntivo

presente: que eu vá, vas, vá, vamos, vades, vam.
pretérito imperfeito: se eu fosse, fosses, fosse, fôssemos, fôsseis, fossem.
futuro: quando eu for, fores, for, formos, fordes, forem.

Imperativo

afirmativo: vai tu, vá ele, vamos nós, ide vós, vam eles.
negativo: não vás tu, não vá ele, não vamos nós, não vades vós, não vão eles.

Formas nominais

infinitivo impessoal: ir
infinitivo pessoal: ir, ires, ir, irmos, irdes, irem.
gerúndio: indo
particípio: ido

domingo, 4 de novembro de 2012


Sinais de Pontuação

Os sinais de pontuação representam os recursos atribuídos à escrita. Dentre suas muitas finalidades, está a de reproduzir pausas e entonações da fala.

Os sinais de pontuação são recursos destinados à escrita, dotados de finalidades específicas
Os sinais de pontuação são recursos destinados à escrita, dotados de finalidades específicas
Para que servem os sinais de pontuaçãoNo geral, para representar pausas na fala, nos casos do ponto, vírgula e ponto e vírgula; ou entonações, nos casos do ponto de exclamação e de interrogação, por exemplo.
Além de pausa na fala e entonação da voz, os sinais de pontuação reproduzem, na escrita, nossas emoções, intenções e anseios.
Vejamos aqui alguns empregos:
1. Vírgula (,)
É usada para:
a) separar termos que possuem mesma função sintática na oração: O menino berrou, chorou, esperneou e, enfim, dormiu.
Nessa oração, a vírgula separa os verbos.
b) isolar o vocativo: Então, minha cara, não há mais o que se dizer!
c) isolar o aposto: O João, ex-integrante da comissão, veio assistir à reunião.
d) isolar termos antecipados, como complemento ou adjunto:
1. Uma vontade indescritível de beber água, eu senti quando olhei para aquele copo suado! (antecipação de complemento verbal)
2. Nada se fez, naquele momento, para que pudéssemos sair! (antecipação de adjunto adverbial)
e) separar expressões explicativas, conjunções e conectivos: isto é, ou seja, por exemplo, além disso, pois, porém, mas, no entanto, assim, etc.
f) separar os nomes dos locais de datas: Brasília, 30 de janeiro de 2009.
g) isolar orações adjetivas explicativas: O filme, que você indicou para mim, é muito mais do que esperava.

2. Pontos

2.1 - Ponto-final (.)

É usado ao final de frases para indicar uma pausa total:
a) Não quero dizer nada.
b) Eu amo minha família.
E em abreviaturas: Sr., a. C., Ltda., vv., num., adj., obs.

 
2.2 - Ponto de Interrogação (?)


O ponto de interrogação é usado para:

a) Formular perguntas diretas:

Você quer ir conosco ao cinema?
Desejam participar da festa de confraternização?

b) Para indicar surpresa, expressar indignação ou atitude de expectativa diante de uma determinada situação:

O quê? não acredito que você tenha feito isso! (atitude de indignação)
Não esperava que fosse receber tantos elogios! Será que mereço tudo isso? (surpresa)
 Qual será a minha colocação no resultado do concurso? Será a mesma que imagino? (expectativa)

2. 3 – Ponto de Exclamação (!)  
Esse sinal de pontuação é utilizado nas seguintes circunstâncias:

a) Depois de frases que expressem sentimentos distintos, tais como: entusiasmo, surpresa, súplica, ordem, horror, espanto:

Iremos viajar! (entusiasmo)
Foi ele o vencedor! (surpresa)
Por favor, não me deixe aqui! (súplica)
Que horror! Não esperava tal atitude.  (espanto)
Seja rápido! (ordem)

b) Depois de vocativos e algumas interjeições:

Ui! que susto você me deu. (interjeição)
Foi você mesmo, garoto! (vocativo)
c) Nas frases que exprimem desejo:
Oh, Deus, ajude-me!

Observações dignas de nota:
* Quando a intenção comunicativa expressar, ao mesmo tempo, questionamento e admiração, o uso dos pontos de interrogação e exclamação é permitido. Observe:
Que que eu posso fazer agora?!

* Quando se deseja intensificar ainda mais a admiração ou qualquer outro sentimento, não há problema algum em repetir o ponto de exclamação ou interrogação. Note:
Não!!! – gritou a mãe desesperada ao ver o filho em perigo. 

3. Ponto e vírgula (;)
É usado para:
a) separar itens enumerados:
A Matemática se divide em:
- geometria;
- álgebra;
- trigonometria;
- financeira.
b) separar um período que já se encontra dividido por vírgulas: Ele não disse nada, apenas olhou ao longe, sentou por cima da grama; queria ficar sozinho com seu cão.
4. Dois-pontos (:)
É usado quando:
a) se vai fazer uma citação ou introduzir uma fala:
Ele respondeu: não, muito obrigado!
b) se quer indicar uma enumeração:
Quero lhe dizer algumas coisas: não converse com pessoas estranhas, não brigue com seus colegas e não responda à professora.
5. Aspas (“”)
São usadas para indicar:
a) citação de alguém: “A ordem para fechar a prisão de Guantánamo mostra um início firme. Ainda na edição, os 25 anos do MST e o bloqueio de 2 bilhões de dólares do Oportunity no exterior” (Carta Capital on-line, 30/01/09)
b) expressões estrangeiras, neologismos, gírias: Nada pode com a propaganda de “outdoor”.
6. Reticências (...)
São usadas para indicar supressão de um trecho, interrupção ou dar ideia de continuidade ao que se estava falando:
a) (...) Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa? (...)
b) E então, veio um sentimento de alegria, paz, felicidade...
c) Eu gostei da nova casa, mas do quintal...
7. Parênteses ( )
São usados quando se quer explicar melhor algo que foi dito ou para fazer simples indicações.
Ele comeu, e almoçou, e dormiu, e depois saiu. (o e aparece repetido e, por isso, há o predomínio de vírgulas).
8. Travessão (–)
O travessão é indicado para:
a) Indicar a mudança de interlocutor em um diálogo:
- Quais ideias você tem para revelar?
- Não sei se serão bem-vindas.
- Não importa, o fato é que assim você estará contribuindo para a elaboração deste projeto.
b) Separar orações intercaladas, desempenhando as funções da vírgula e dos parênteses:   
Precisamos acreditar sempre – disse o aluno confiante – que tudo irá dar certo.
Não aja dessa forma – falou a mãe irritada – pois pode ser arriscado.
c) Colocar em evidência uma frase, expressão ou palavra:
O prêmio foi destinado ao melhor aluno da classe – uma pessoa bastante esforçada.
Gostaria de parabenizar a pessoa que está discursando – meu melhor amigo.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

Vânia Duarte
Graduada em Letras

Equipe Brasil Escola
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sábado, 1 de setembro de 2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

"O mundo não entende, mas máscara é tradição", diz mexicano que lutou MMA mascarado


Em 2003, o japonês Pride reunia o supra-sumo do MMA mundial e, mesmo assim, alterou suas regras por causa de um lutador mexicano com apenas com cinco lutas de experiência. Alberto Rodríguez, mais conhecido na época como Dos Caras Junior, foi o escolhido como desafiante do croata Mirko “Crocop” Filipovic, um dos maiores lutadores do mundo na época, e fez uma exigência: só subiria ao ringue se mantivesse a máscara de “lucha libre”.

“O mundo inteiro vê a máscara como uma excentricidade, algo que não tem sentido, algo engraçado. Mas não é nada disso. É uma tradição mexicana. É o legado dos ‘luchadores’. Eu sou de uma família de ‘lucha libre’. Meu avô foi lutador, meu pai é lutador, meu tio é lutador. Quando subi ao ringue de máscara, eu carregava toda essa história da minha família. As pessoas não entendiam isso”, diz Rodríguez.
"A PREPARAÇÃO PARA A LUTA-LIVRE ENVOLVE BOXE E JIU-JITSU, NÃO BALÉ"



CONTRA CROCOP: CHUTE NA CABEÇA A 45 SEGUNDOS NOCAUTEOU DOS CARAS


"A PREPARAÇÃO PARA A LUTA-LIVRE ENVOLVE BOXE E JIU-JITSU, NÃO BALÉ"

A luta livre que você pratica é encenação, com vários movimentos plásticos, mas pouco eficazes, caretas e "faz de conta". Você se considera mais atleta ou artista?

Eu sou um atleta. Os principais astros da luta livre são atletas. Olhe a minha carreira. Fui medalhista pan-americano, bronze no Mundial Júnior de luta greco romana, lutei MMA no Japão e na Coréia. Todos os lutadores do WWE tem carreiras parecidas.

Já que as lutas são coreografadas, vocês praticam exercícios alternativos, como dança, balé ou ginástica artística?

Eu não faço nada disso. A preparação é séria, com lutas como boxe, luta olímpica, jiu-jitsu. Antes de ser luchador, eu praticava luta greco-romana. E treinei muito jiu-jitsu com brasileiros. Meu mestre era Marco Ruas, mas conheci atletas como o Wanderlei Silva.

O pedido foi atendido, mas Dos Caras foi encarado como bizarrice, não como um desafiante real. O resultado, é verdade, não foi dos melhores: o mexicano foi nocauteado em 45 segundos por um dos famosos chutes de Crocop. O pedido, porém, não tinha nada de bizarro. Alberto é lutador de “lucha libre” (mesmo estilo do Telecatch brasileiro), assim como seu pai, Dos Caras, e seu tio, Mil Mascaras. Mas também era um wrestler de luta Greco-romana premiado, com uma medalha de bronze no Campeonato Mundial Júnior de 1997, só não foi às Olimpíadas de Sydney-2000 porque o governo mexicano retirou a verba de toda a equipe e treinava com o brasileiro Marco Ruas, uma lenda das lendas do MMA brasileiro.

Apesar da derrota, a carreira de MMA não foi insignificante. Ele deixou os ringues com 14 lutas e nove vitórias. “Eu usei a máscara com orgulho nas primeiras seis ou sete lutas. Depois, lutei sem ela. Foi mais ou menos como aconteceu na “lucha libre””, conta Alberto, que aos 34 anos se tornou um dos lutadores de luta livre mais conhecidos do mundo.

O fim da carreira no MMA coincidiu com a aposentadoria da máscara de Dos Caras e com o nascimento de Alberto Del Rio, personagem com que vai se apresentar em São Paulo em maio. Em 2010, ele chegou ao WWE (World Wrestling Entertainment), o maior evento de luta livre encenada do mundo.

Antes, ele lutava por organizações menores, no México e na Ásia, aproveitando sempre a fama da família. “É claro que entrar na luta livre sendo filho de um lutador famoso é mais fácil, mas se manter por lá é muito mais difícil. Analisam você com muito mais cuidado, exigem mais”, diz o lutador.



ALBERTO DEL RIO, O ARISTOCRATA

LUCHA LIBRE X WRESTLING
Na ?lucha libre? mexicana, fazemos movimentos porque eles são bonitos. Alguns deles, não tem razão nenhuma de ser. No WWE, tudo faz sentido. As lutas são lógicas, contamos histórias e usamos vários elementos para entreter o público

Alberto RodríguezAo chegar aos EUA, encarou uma mudança drástica na carreira. Longe da fama do pai Dos Caras e do tio Mil Máscaras, ele teve de se reinventar. A máscara de “luchador” não era bem vista pelo WWE e, por dois anos, ele treinou em uma “liga de desenvolvimento” na Flórida, aperfeiçoando seu novo alter-ego, Alberto Del Rio.

“Quando tirei a máscara, tive que fazer muitas mudanças. A parte de interpretação passou a ser muito mais exigida. Com a máscara, sua expressão facial não importa. Quando você está sem, precisa atuar. Tive de trabalhar, é claro, mas descobri esse lado ator naturalmente”.

O problema maior foi a transição de mocinho, como ele era conhecido no México, para vilão, como se tornou famoso nos EUA. No WWE, ele é Alberto Del Rio, um aristocrata de família nobre do México, arrogante e convencido, que sempre entra no ringue com um de seus carros de luxo e tem seu próprio locutor.

“Minha família nunca teve um vilão. Eram todos sempre os mocinhos, os caras bons. E interpretar uma pessoa assim é complicado. Por isso, sempre que encontro alguém de quem não gosto, procuro observar com cuidado para usar no personagem”, revela. Essa observação deu certo: desde que chegou ao à organização, ele já venceu o WWE Championship (equivalente ao título mundial dos pesos pesados) duas vezes."A PREPARAÇÃO PARA A LUTA-LIVRE ENVOLVE BOXE E JIU-JITSU, NÃO BALÉ"
"A PREPARAÇÃO PARA A LUTA-LIVRE ENVOLVE BOXE E JIU-JITSU, NÃO BALÉ"




A luta livre que você pratica é encenação, com vários movimentos plásticos, mas pouco eficazes, caretas e "faz de conta". Você se considera mais atleta ou artista?
Eu sou um atleta. Os principais astros da luta livre são atletas. Olhe a minha carreira. Fui medalhista pan-americano, bronze no Mundial Júnior de luta greco romana, lutei MMA no Japão e na Coréia. Todos os lutadores do WWE tem carreiras parecidas.
Já que as lutas são coreografadas, vocês praticam exercícios alternativos, como dança, balé ou ginástica artística?
Eu não faço nada disso. A preparação é séria, com lutas como boxe, luta olímpica, jiu-jitsu. Antes de ser luchador, eu praticava luta greco-romana. E treinei muito jiu-jitsu com brasileiros. Meu mestre era Marco Ruas, mas conheci atletas como o Wanderlei Silva.


fonte:NOSSA QUERIDA UOL.COM.BR.